terça-feira, 26 de agosto de 2014

psicose

Ainda me pergunto qual seria a solução pra tudo, ainda me pergunto se eu ainda sei o que estou fazendo, se sei onde tudo isso vai dar.
Tenho medo da autodestruição, tenho medo que tudo isso acabe de uma vez eu eu não tenha uma segunda chance. Tenho medo da vida, do futuro, das promessas que eu faço. Tenho medo das minhas atitudes, tenho medo de dormir e acordar amanhã e tudo está bagunçado e eu não conseguir voltar no tempo.
Tenho medo desse frio que desce pela minha garganta, vai até o estômago e volta. Tenho medo dessa falta de ar que isso me causa ao pensar em algumas coisas.

Nem eu sei o que estou fazendo. Na verdade, eu sei, mas prefiro deixar pra lá, prefiro empurrar isso tudo de uma forma que não me cause dor. Que não me traga mais sofrimento.
Empurrar tudo, fugir da realidade e simplesmente me abrigar no escuro, onde nem eu mesmo consiga ver meu próprio rosto.

Às vezes eu olho pro nada e fico imaginando como seria tudo isso, fico imaginando se eu vou ser feliz um dia. Fugir dessas lágrimas presas, prestes a explodirem a qualquer momento. Fugir da loucura, da insânia ou da insensatez.

Sabe quando eu digo que não me importo? É mentira. Eu me importo sim.

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Rodolffo Saldanha
Estudante de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, 23 anos.
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