sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

do tempo que passa depressa

Ao ler um post de um blog que eu costumo ler, fiquei deslumbrado.
Acho tão lindo quando um casal de idosos passa perto de mim, ou quando ouço conselhos de pessoas que já viveram tanto. 
Aquela voz maltratada pelo tempo, rouca, cheia de pigarro; mas uma força interior colossal.
Na metade desse ano, pude ver meus avós revendo familiares que não eram vistos há muitos anos. Alguns há quase uma década.
Os olhos cheios de lágrimas se aproximavam uns dos outros. Um forte abraço era dado e isso se repetia depois de algumas horas de conversa, na hora da despedida.
Vislumbrava essas cenas, calado. Ficava admirando a beleza do amor, a beleza que nunca se cansa de brilhar.
Sempre tive as pessoas que mais amo perto de mim. Nunca enfrentei a dor da distância. 
Deve ser por isso que eu não consiga entender o quão dilacerante é este sentimento chamado saudade.

Um comentário:

  1. Adorei ler o seu texto. Sinto a mesma boa impressão das pessoas mais velhas e que tem boas palavras sábias para nos falar. Infelizmente os idosos não tem o respeito que merecem... moro em um país onde além de todos serem tratados com respeito, os idosos tem primazia e qualidade de vida. Não temo a velhice que vai chegar porque eu respeito os idosos já desde hoje, desde sempre. Magnólia Benone, Suíça

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Estudante de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, 23 anos.
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